O PT não é a solução!

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Em meio a uma avalanche de reformas do novo governo neoliberal, que não só não solucionarão a crise, como piorarão a vida do trabalhador, vê-se o povo e muita gente supostamente esclarecida depositando toda sua fé, e todas as suas fichas, na figura pseudo-messiânica do Lula e em seu séquito de burocratas e ex-burocratas petistas.

É compreensível o desespero do povo. Algumas dessas reformas representam golpes duros em várias conquistas históricas do povo brasileiro, conquistas que não devem ser abandonadas facilmente.

Se os tempos fossem outros, isso seria ainda mais compreensível. Se o PT nunca tivesse governado o Brasil e representasse uma novidade ou se fosse o PT de 30 anos atrás (ainda que os mais espertos já soubessem que o PT foi criado para cooptar o trabalhador para longe dos movimentos trabalhistas mais radicais e autênticos).

Mas à altura do campeonato, só os tolos e excessivamente desesperados confiariam no PT.

Já fomos governados por 14 anos pelo PT. Apesar de se chamar “Partido dos Trabalhadores”, este foi um período no qual o Brasil foi conduzido, fundamentalmente, em prol dos banqueiros, dos especuladores e dos rentistas. Enquanto a sorte da economia flutuou durante este período, a categoria do tipo capitalista mais parasitário e desprezível prosperou de forma quase sem precedentes.

A indústria brasileira seguiu afundando tal como já vinha durante o período anterior do PSDB, o que significa que fomos sendo tornados cada vez mais dependentes da lógica da divisão internacional do trabalho, como uma colônia exportadora de commodities.

A “ascensão” de parte do povo brasileiro durante este período se deveu, fundamentalmente, a uma facilitação do crédito. Mas enriquecimento com base nisso não é sustentável. O que ocorreu, na realidade, é que o brasileiro foi se endividando cada vez mais e se tornou tão enredado com prestações e dívidas que já de cara, no início da crise, muitos brasileiros retornarão de imediato ao nível social anterior.

Na parte cultural e moral a situação foi tão ruim quanto. Ainda que isso não tenha se devido, em todos os casos, a uma responsabilidade direta do PT, este partido e, principalmente, seus setores juvenis, ajudaram a criar um clima que tornou propícia a difusão das pautas mais estapafúrdias do liberalismo moral, que já domina o primeiro mundo.

É possível esperar algo diferente em caso de um retorno do PT ao poder? Até agora ninguém deste partido demonstrou qualquer mudança. Ninguém do partido demonstrou ter compreendido porque parte considerável do povo se voltou contra ele.

Sim, houve desenvolvimentos positivos durante este período. Mas estes se apequenam diante de todos os erros do PT.

Isso quer dizer que o Partido dos “Trabalhadores” virá em 2018 com mais do mesmo. Mais rentismo, mais dependência, mais facilitação de crédito, mais pautas pós-modernas.

Não é isso que o povo quer, não é isso que o povo merece.

O PT não é solução. Ele é parte da mesma lógica ideológica liberal que é hegemônica no Brasil há décadas e tem nos arrasado e mantido subjugados.

Desmascarar estes falsos messias é um dever.

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1964 – Golpe contra o trabalhador, contra o povo e contra o país:

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Em 1964, no mesmo 31 de março, conspiradores motivados pelo ódio à pátria e pelo ardor da traição, quebraram seus juramentos e ergueram armas para derrubar um governo não só legítimo, como popular, e entregá-lo às potências imperialistas.

Sob justificativas esfarrapadas e pueris tomaram o Estado e, de posse dele, deram início a processos que estão na base de todos os principais problemas políticos, econômicos, sociais, culturais e regionais do Brasil atual.

Endividaram o Estado a tal ponto que o Brasil, hoje, ainda é refém das dívidas do regime militar. Esses generais tornaram o Brasil escravo da usurocracia internacional e estamos assim, sob este jugo, até hoje.

Abriram a economia brasileira para a especulação financeira e criaram um Banco Central nos moldes do FED americano, iniciando o distanciamento entre o Estado e o controle da moeda brasileira.

Ampliaram a concentração de renda, fizeram a inflação disparar e pioraram a maioria dos índices sócio-econômicos do país.

Firmaram o papel submisso do país como exportador de commodities, tomando as culturas de exportação como base da agricultura nacional, favorecendo o aumento no tamanho e número dos latifúndios.

Através da promoção dos latifúndios, expropriaram indiretamente os bens de centenas de milhares de pequenos e médios camponeses, os quais foram, então, forçados a abandonar o campo e irem às cidades em busca do trabalho, saindo até de seus estados e regiões de origem.

Por causa de todas essas depredações sociais e econômicas, inevitavelmente levaram ao crescimento e multiplicação das favelas, fazendo com que elas se tornassem parte “natural” da paisagem brasileira.

Não tendo política de segurança pública, já que seu foco era única e exclusivamente a perseguição a inimigos político-ideológicos, líderes sindicais e defensores dos trabalhadores, sua inércia lançou as bases para o surgimento do crime organizado, o qual se tornou endêmico já a partir dos anos finais do regime.

Enfim, razões para abominar este período histórico abundam. E apesar de algumas decisões econômicas e geopolíticas acertadas tomadas sob o governo Geisel, o saldo geral do período deve ser considerado fundamentalmente negativo para o país, para o povo, para o trabalhador.

É necessário “matar” toda forma de saudosismo em relação a esse período histórico. O regime militar foi imposto a partir de fora e governou para fora. O povo perdeu e perde até hoje.

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A direita “nacionalista” é o caminho imediato para a traição!

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Se nacionalista é quem defende os interesses de sua pátria ou nação, então não existe nacionalismo real à direita. Isso não impede, porém, que muitos nacionalistas sinceros se associem equivocadamente com a direita, como idiotas úteis, nem que muitos direitistas oportunistas pavoneiem o termo “nacionalismo” para todo lado, sem o serem.

Em uma época na qual uma mídia hegemonicamente liberal de esquerda vomita os termos “extrema-direita”, “ultradireita” e “nacionalista” para todo lado, sem qualquer tipo de critério, é importante separar verdades e mentiras, e apontar quem é nacionalista e quem é reacionário.

Porque todos que se digam nacionalistas e que não tenham este seu nacionalismo centrado nos interesses reais de seu povo, não é um nacionalista, é apenas um chauvinista reacionário. É questão de definição.

É nacionalista quem dá um golpe de Estado a mando de uma potência estrangeira? É nacionalista quem, após chegar ao poder, começa a vender os bens públicos de seu país a preços irrisórios para empresas estrangeiras? É nacionalista quem se esforça para piorar as condições materiais do próprio povo em prol de enriquecer estrangeiros e uma pequena elite parasitária?

Independentemente de quem se esteja falando, é evidente que não. Portanto, figuras como Francisco Franco, da Espanha, Augusto Pinochet, do Chile, Jorge Videla, da Argentina, Alfredo Stroessner, do Paraguay e Humberto Castelo Branco e Artur da Costa e Silva, do Brasil, não são nacionalistas. Estes são, é claro, apenas alguns exemplos. Ao longo de todo o século XX abundaram figuras assim principalmente na América Latina, Ásia e África.

Eles começam enganando o povo. Dizendo defender os interesses da pátria, da família, da fé, da “moral e bons costumes” contra os “apátridas”, contra os “subversores”, etc.

Mas após tomar o poder eles vendem a pátria, suas políticas econômicas desagregam famílias, seu discurso vilipendia a fé e afasta os pobres dela, suas barbáries ofendem todo senso moral. Eles se revelam apátridas e subversores. Ao povo, enganado, resta resistir, sofrer e orar por dias melhores.

Não pode haver nacionalismo dissociado do povo, não pode haver nacionalismo que seja inimigo do povo. O resto, ou é chauvinismo reacionário à direita, ou internacionalismo liberal à esquerda.

Combater o chauvinismo!
Defender o povo!

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Mais Perspectivismo, menos Universalismo!

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“A humanidade não existe sociologicamente, não existe perante a civilização. Considerar a humanidade como um todo é, virtualmente, considerá-la como nação; mas uma nação que deixe de ser nação passa a ser absolutamente o seu próprio meio. Ora um corpo que passa a ser absolutamente do meio onde vive é um corpo morto. A morte é isso – a absoluta entrega de si próprio ao exterior, a absoluta absorção no que cerca. Por isso o humanitarismo e o internacionalismo são conceitos de morte, só cérebros saudosos do inorgânico o podem agradavelmente conceber. Todo o internacionalista devia ser fuzilado para que obtenha o que quer, a integração verdadeira no meio a que tende a pertencer. Só existem nações, não existe humanidade”. – Fernando Pessoa

Não existe qualquer tipo de zona neutra a partir da qual um determinado povo ou civilização possa ser medida e comparada com outros povos e civilizações. Não existe algo como uma régua universal que nos sirva de padrão para definir a superioridade ou a inferioridade de um povo perante outros: diferentes povos, diferentes códigos civilizacionais – diferentes códigos civilizacionais, diferentes experiências com o cosmo e, em decorrência, diferentes perspectivas acerca da passagem do tempo, da organização do espaço, da virtude, da moral, da vida, da morte, da sociedade, da Tradição, do Sagrado e do Político.

Os povos são realidades irredutíveis entre si, que levam nos ombros o peso das glórias e das tragédias de seus antepassados. Todos os grandes povos históricos e seus grandes pensadores radicalmente enraizados na realidade e perspectiva de seu próprio povo, considerando ele próprio o centro da realidade.

São os modernos, a partir de uma leitura mal feita de Aristóteles que projetam um universalismo que não tem como não descambar em uma forma de globalismo e que, efetivamente, deu origem à religião dos direitos humanos, animou as depredações capitalistas e tentou servir de justificativa para os imperialismos.

Neste sentido, contrariamente ao universalismo moderno (fenômeno essencialmente racista), assumir uma postura perspectivista, longe de ter relação com qualquer forma de relativismo, significa tão somente o ato de salvaguardar a possibilidade de que todos os povos, sem exceção, possam lutar pelas suas próprias emancipações, com suas próprias armas, construindo suas próprias sociedades, pautados nas suas próprias narrativas, munidos dos seus próprios mitos, a partir das suas próprias tradições, representações sociais e costumes, sejam eles quais forem – ainda que eu, como parte de uma civilização Latino-Americana de matriz ibero-católica, não concorde com eles ou vislumbre-os como incorretos dentro da perspectiva da minha ecúmene civilizacional.

O Perspectivismo é o paradigma chave para a construção de um futuro multipolar, onde os povos possam determinar os seus próprios destinos históricos sem qualquer ingerência ou interferência externa.

MAIS PERSPECTIVISMO
MENOS UNIVERSALISMO

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!

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O capitalismo matou a arte:

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O quadro na foto abaixo foi vendido em leilão por mais de 40 milhões de dólares. O que ele significa, o que representa, que função social ou civilizacional pode exercer? Não sabemos. E talvez nem o próprio artista saiba. O que costuma acontecer é que o artista inventa um lero-lero intelectualoide que ele constroi após a execução da obra, feito para impressionar leigos ou burgueses facilmente impressionáveis.

Poderia ser ainda pior. Há “instalações artísticas” com rolos de papel higiênico colados na parede, crucifixos afundados em urina, cães acorrentados a paredes de galerias para passar fome diante da plateia, e parece não haver limites para quão baixo os artistas de nossa era podem chegar.

“Os artistas são as antenas da raça”, disse Ezra Pound. Ou pelo menos era para ser assim, mas ao longo do século XX um golfo, um abismo imenso se abriu entre os artistas e o povo.

O capitalismo, que também se desenvolveu de forma cada vez mais acelerada nessa época, transformou a arte como um todo em commodity. Os bens artísticos se tornaram produtos em um mercado, produtos a serem vendidos, produtos com oferta e demanda.

Como todas as outras commodities do mercado dos bens de consumo, as regras da propaganda e do marketing passaram a ocupar posição central no mundo da arte. Tal como uma empresa precisa inventar variações e atualizações inúteis de seus produtos para poder convencer o consumidor a comprar mais e mais, o mercado da arte precisou engatar pela via da constante produção de “novidades” para manter presos os olhos de um público consumidor fútil, entediado e fundamentalmente burguês.

O resultado é um mundo em que a arte é, de modo geral, irrelevante e descartável. Movimentos “vanguardistas” se sucedem uns aos outros em rápida sucessão, artistas vão da irrelevância ao sucesso e de volta à irrelevância em questão de semanas, milhões passam de mãos e mãos por obras vazias e sem sentido.

Nós, ao contrário, afirmamos que o artista deve voltar a se comunicar com o povo através de uma arte que seja realmente comunicável. E não precisamos que a arte seja, para isso, simples ou trivial. Basta procurar apresentações de óperas em fábricas realizadas em décadas passadas, para ver nos olhos do mais humilde operário que ele é capaz de apreender a beleza e a eternidade contida nas maiores obras do homem.

O capitalismo matou a arte. Mesmo que não houvesse outros motivos (e há muitos), isso por si só já demandaria que matássemos o capitalismo e trouxéssemos a arte de volta do limbo.

“A Beleza salvará o Mundo” – Dostoevsky

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Não precisamos de reis burgueses!

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Não adianta apelar ao período em que o Brasil foi governado por Pedro II para querer justificar qualquer pretensão monarquista nos dias de hoje. O governo de Pedro II, ainda que influenciado pelo pensamento político-filosófico liberal e apesar de desempenhar um papel sub-imperialista no continente, teve seus méritos e fez tentativas de salvaguardar a soberania do Brasil e seu povo, tentou uma industrialização primitiva, enfrentou interesses oligárquicos agroexportadores.

Os representantes de hoje de sua linhagem, seus descendentes, porém, estão no campo diametralmente oposto ao de seu antepassado. Eles são fanáticos defensores da liberdade de mercado, crentes absolutos no papel subalterno do Brasil como exportador de commodities, simpáticos ao modelo agrário baseado nos grandes latifúndios, etc.

Considerandos os indícios de que Pedro II pretendia realizar uma reforma agrária e conceder terras aos escravos libertos, temos como certo e garantido que os seus descendentes contemporâneos seriam contrários. Segundo eles, por exemplo, a reforma agrária, um projeto assaz moderado (e, para nós, até insuficiente) e sempre defendido pela Doutrina Social da Igreja, seria equivalente a “comunismo” e “extinção da propriedade privada”.

A pretensão monarquista dessa família, que se fez presente nos fracassados e patéticos protestos invocados pelo MBL, não passa de um devaneio corrupto, de gente que crê ser merecedora de algo, sem jamais ter feito por merecer.

Isso, talvez, seja ainda pior do que o fato de que os representantes atuais da “Família Imperial” são odiadores e inimigos do povo e dos interesses brasileiros. O poder e o Estado pertence a quem o conquista e o mantém, contra todos os seus inimigos e opositores. A noção de que o Estado brasileiro deveria ser devolvido a eles, como se tratasse de algum ilusório “direito natural” não pode ser visto senão como ofensa. O Brasil está em frangalhos, mas não é tão estúpido.

Considerando que eles professam a mesma filosofia política que já é hegemônica no mundo atual, que eles defendem as pautas econômicas que já são vigentes e têm sido implementadas com cada vez mais fanatismo pelos neoliberais, que em geral os monarcas do mundo não governam de verdade e que as atuais monarquias são países nos quais boa parte dos habitantes nativos fenece ou deseja emigrar e considerando que eles creem em um mérito próprio que jamais foi conquistado, por que implementar a monarquia?

Já temos políticos, juízes, intelectuais, jornalistas, esportistas e artistas burgueses em excesso se achando reis do Brasil. Não precisamos de mais uma família burguesa parasitando o Estado e o povo.

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Sobre a teoria de gênero:

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Triste era em que é necessário discutir sobre obviedades. Há pouco tempo atrás se riria da necessidade de tratar desse assunto, mas na medida em que a modernidade segue se dissolvendo na espiral da pós-modernidade, ameaçando extinguir todos os limites e formas, torna-se necessário se rebaixar à necessidade de afirmar que A = A.

Não somos, seres humanos, fantasminhas controlando uma máquina de carne, de forma independente dela. Somos exatamente aquilo que somos, o que está posto na realidade, com todos os seus elementos biológicos, psicológicos, sociológicos e, quiçá, espirituais. A dualidade cartesiana corpo/alma ou corpo/mente, um dos baluartes da modernidade, é falsa.

Assim sendo, se você nasce homem, você é homem. Se você nasce mulher, você é mulher. Qualquer autopercepção que fuja a isso deriva de uma doença ou distúrbio e, com toda razão, assim tem sido considerado. Trata-se de casos que demandam apoio, suporte…e tratamento. Não politização. Distúrbio não pode ser bandeira política. A normalização de um distúrbio como se de mera idiossincrasia se tratasse não pode se tornar causa política.

Naturalmente, isso é matizado pela maneira segundo a qual incontáveis religiões e culturas tratam o assunto. Uma parte considerável dos povos tradicionais entende que criança não possui gênero e que elas se tornam aquilo que devem ser após um momento de transição biológica e psicológica que acompanha um “rito” que determina e garante perante o resto da tribo, cidade ou clã que alguém é realmente homem e outro alguém é realmente mulher.

Mas ainda assim, o sexo biológico representa, em potência, aquilo que é atualizado conforme o corpo se desenvolve, a mente amadurece e a criança é socializada em seus papeis, conformando o gênero.

Não há nada positivo que possa advir de querer romper com milênios de modelos de desenvolvimento, integração e socialização das crianças, para que se tornem adultos bem encaixados e aptos a contribuir para a coletividade.

Ao contrário, deve-se ver em todo impulso de normalizar os distúrbios de gênero, em todo impulso de politizar os distúrbios de gênero mais uma investida do liberalismo, em sua sanha por “libertar” o homem de todas as suas limitações, até mesmo as biológicas.

O resultado temos visto: propaganda constante na grande mídia de massa, convencendo pais de que se sua filha gosta de futebol ele é um menino e deve usar roupas de menino e eventualmente ter um pênis costurado entre suas pernas; e se seu filho gosta de dançar ou algo do tipo na verdade ele é uma menina e tem que ter seu pênis cortado. Depois, vem a depressão, os surtos e em muitos casos até o suicídio, ou profundos arrependimentos e tentativas de desfazer cirurgias impensadas.

Em eras de loucura generalizada, faz-se necessário cerrar fileiras para defender o que há de mais óbvio e basilar. As coisas são o que são. Somos aquilo que nascemos para ser.

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