Sem piedade com defensores da pedofilia!

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Na última vez que tocamos neste tema, apontando a existência de um esforço em prol da “normalização” da pedofilia, o que aconteceu? Nós fomos censurados e nosso post sobre o assunto foi deletado pelo Facebook.

Isso indica duas coisas: 1) a proliferação de gente podre e abjeta que apoia a pedofilia entre nós, já que várias pessoas devem ter denunciado o post; 2) a conivência de uma parte significativa das elites econômico-financeiras em relação ao tema da relativização do tabu da pedofilia.

Diante de uma postagem que justificava a aplicação de violência contra pedófilos e promotores da pedofilia, o Facebook achou mais importante censurar este tipo de discurso do que perseguir os apologistas da pedofilia, que abundam neste mesmo sítio.

Por isso é necessário reiterar o que falamos na ocasião anterior, a grande questão da pedofilia não está nos casos que usualmente tomam todo o espaço na mídia de massa, geralmente envolvendo algum “velho tarado” isolado, e situações do tipo.

A grande questão da pedofilia é que estamos, aqui, tratando de uma grande rede internacional que envolve sequestro, prostituição, estupro, tortura, assassinato e, segundo alguns indícios, até sacrifícios humanos em rituais, tudo com participação ativa de membros da elite política, econômica, cultural e burocrática de vários países do mundo.

Dos escândalos sobre o conteúdo dos e-mails da staff da Hillary Clinton à revelação de que Margaret Thatcher tolerou e acobertou inúmeros casos de pedofilia da elite durante seu governo, os casos estranhos envolvendo estrelas infantis do canal Disney e da Nickelodeon, a descoberta de uma ilha pela Interpol no Oceano Pacífico onde eram executados filmes snuff, passando por mortes misteriosas de investigadores policiais que mexeram neste vespeiro, ao tratar desse tema estamos adentrando nas mais profundas perversões morais e espirituais da elite parasitária que oprime os trabalhadores do mundo.

Porque, ao que tudo indica, eles não se limitam à subjugação política, à exploração econômica e à aculturação, mas também sequestram, estupram e assassinam filhos e filhas de trabalhadores.

E a defesa dessa abominação se alastra, mesmo entre os que não são parte dessa elite. Principalmente entre anarcocapitalistas e outros tipos de liberais que, não tendo outro deus além do Indivíduo, promovem todo tipo de imoralidade pautados tão somente, sempre, pela satisfação de interesses, desejo e pulsões individuais.

Mas o combate não cessará e nossos inimigos não tornarão nossos filhos/as, primos/as, irmãos/ãs e sobrinhos/as vítimas. Custe o que custar, doa a quem doer, essa onda será detida e os imundos titereiros por trás dela serão punidos.

Mantenham-se atentos. Não deem paz a pedófilos e defensores da pedofilia.

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Todo palestino é um camarada: mesmo inimigo, mesma barricada!

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Há liberdade em uma sociedade sob constante vigilância?

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Sempre houve teorias sobre algum tipo de “governo secreto” nos EUA fora do controle do Executivo americano e, às vezes, até em conflito com ele. Chamado de “Estado Profundo”, “Estado dentro do Estado” ou até “Governo nas sombras”, essa ideia tem sido usualmente descartada como “conspiratória” pelos apóstolos da “normalidade” e do “bom senso”.

Narrativas sobre este tema ficavam relegadas a discussões sobre o assassinato do Presidente Kennedy, “chips satânicos”, e coisas do tipo. Mas o caos político americano tem posto a descoberto algo que pode representar um fundamento real para as várias bizarras teorias da conspiração.

A comunidade de inteligência americana, há várias décadas controlada por neoconservadores (muito antes de eles assumirem o poder econômico com Reagan e o político com Bush), possui profundas ligações com Wall Street, o complexo militar-industrial e as grandes corporações petrolíferas.

Trata-se de uma estrutura permanente de poder real, sem qualquer tipo de prestação de contas para com a população e cujos membros permanecem encastelados em posições de poder por décadas, tomando decisões fundamentais em questões de segurança interna, externa e de estratégia geopolítica, muitas vezes sem informar o seu único suposto superior, o presidente dos EUA.

Organizações como a NSA, mas principalmente a CIA tem estado há décadas organizando assassinatos de cidadãos americanos e estrangeiros, participado no tráfico de drogas na América Latina, desenvolvido drogas que são depois “vazadas” para a população (como o LSD), promovido a destruição da arte por meio do pós-modernismo e financiado e treinado esquadrões de extermínio em vários países do Terceiro Mundo. Tudo ações que os idiotas úteis costumam atribuir à KGB e à URSS.

Mas nada se compara com a atuação da CIA na espionagem de milhões de pessoas ao redor do mundo, revelada pelo vazamento Vault7 dessa semana.

Eles estão nos nossos celulares, iphones, computadores, tablets, TVs e até tem como controlar certos carros à distância. Eles veem e ouvem tudo. E tudo a partir do coração da potência hegemônica liberal, centro de difusão do globalismo e do unipolarismo.

Apesar de tantas acusações de “totalitarismo” dirigidas contra regimes fascistas e comunistas do passado, nenhum deles jamais alcançou tamanho grau de controle da vida privada de seus cidadãos. Para todos os efeitos, a distância entre o controle do privado exercido pelos países liberais e o exercido pelos países fascistas e comunistas é tamanho que se pode até dizer que o maior e derradeiro totalitarismo é o totalitarismo liberal.

Em debates sobre que “profeta distópico” previu melhor o presente, se George Orwell, com seu 1984, ou Aldous Huxley, com seu Admirável Mundo Novo, tem sido quase consensual que Huxley tinha razão, praticamente prevendo a ascensão da Sociedade do Espetáculo e a importância da Indústria Cultural. Faz-se necessário reequilibrar a equação. Nosso presente tem mesmo algo de 1984 e, contrariamente ao que o autor previu, não foi pelo comunismo que chegamos a essa situação, mas pelas democracias liberais capitalistas.

Não há liberdade possível através do liberalismo.

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Avante na luta contra o imperialismo e o sionismo!

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É necessário sempre repetir para relembrar e para fixar nas mentes dos camaradas essas verdades: o sionismo e o imperialismo são inimigos fundamentais a serem confrontados por qualquer movimento que almeje a libertação de seu povo e país.

As recentes transformações políticas nos EUA intensificaram, tal como previmos, as contradições entre as várias elites e facções do globalismo no mundo e nos EUA. O centro político do imperialismo foi lançado no caos, conforme Trump e sua equipe disputa com a CIA e com os neoconservadores o controle do país.

Tal como falamos, essa transformação representou um golpe certeiro contra o globalismo, fazendo a principal potência promotora do globalismo no mundo, os EUA, recuar ao nível prévio de mera (ainda que poderosa) potência imperialista tentando impor seus interesses nacionais aos outros países.

Quem não percebe essas sutilezas, como a distinção entre globalismo e imperialismo, usualmente por estar aprisionado em ideologias ultrapassadas dos séculos anteriores, não consegue notar quão ricas são as possibilidades atuais para organizações populares e revolucionárias.

Esse recuo da principal potência algoz de povos nos convida a promover que se siga avançando no combate e na propaganda, para forçá-lo a recuar mais e mais e mais, até a fragmentação da potência inimiga ou uma revolução. O papel dos EUA como “polícia do mundo” acabou e nunca mais vai voltar.

Indissociável do globalismo e do imperialismo, porém, está o sionismo, em uma espécie de simbiose, há várias décadas. Sionistas, em geral, derramam lágrimas de crocodilo quando se critica sua ideologia, afirmando falaciosamente que o sionismo “não passa do desejo judaico por uma pátria própria”.

Isso bem pode ter sido verdade no século XIX e no início do XX. Mas não se pode querer seguir dando a mesma definição a essa ideologia mais de 100 anos depois, quando as condições históricas, políticas e geopolíticas são totalmente diferentes.

O sionismo, hoje, representa fundamentalmente o projeto do estabelecimento de uma Grande Israel, a ser construída pela tomada de territórios de todos os países vizinhos e sobre os cadáveres de milhões de cristãos e muçulmanos árabes da região.

Em segundo lugar, o sionismo é a rede lobista ou estratégia de influência global manejada por elites infiltradas na maioria dos países do mundo, com o objetivo de fazer com que seus governos se tornem subservientes aos interesses de Israel e das elites que a controlam, as quais possuam amplas ligações com setores da mídia, dos bancos, do sistema financeiro, etc.

Isso, como é evidente, faz com que vários países passem a tomar decisões que são contrárias aos interesses do próprio povo, mas que são vistas como positivas por essas elites internacionais.

Os exemplos abundam. Podemos ver a ação integrada entre sionismo e imperialismo com frequência no Oriente Médio. Terroristas sírios recebem tratamento médico em hospitais israelenses. Caças israelenses bombardeiam posições do Exército Sírio, nunca do ISIS. O ISIS “surpreendentemente” está sempre equipado com as melhores armas e veículos americanos.

Não precisamos insistir em exemplos. Basta pesquisar e se informar. O que precisamos, sim, destacar é que o combate contra essas forças só deverá cessar quando elas cessarem de atuar.

Avante na luta contra o sionismo e o imperialismo!

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Resgatar o papel feminino!

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A partir da greve das operárias russas em 8 de março de 1917, a data, que hoje conhecemos como Dia Internacional da Mulher, aos poucos foi se consolidando. Uma data para homenagear todas aquelas que lutaram pelos direitos dos trabalhadores, contra jornadas exaustivas, trabalho infantil e salários ainda mais miseráveis do que os de seus companheiros homens.

No Brasil, nesta data, muito se fala da igualdade de direitos e da independência como as maiores conquistas da mulher trabalhadora, porém, que direitos e que independência têm sido esses? O direito de ter o próprio dinheiro para gastar em hábitos consumistas, o direito de ser um objeto sexual, o direito de se esquivar de qualquer responsabilidade e preocupação que não seja o próprio prazer? A independência de trabalhar o dia todo e, junto ao homem, alimentar-se mal, largar os filhos com terceiros, chegar em casa e ter forças apenas para ligar o botão da TV?

Enquanto movimentos feministas se concentram em se conformar ao discurso liberal e reduzem sua luta a axilas peludas, e a discutir machismo com outros bitolados online, a brasileira trabalhadora é cortada nos açougues das maternidades, é alimentada com lixo industrializado, é escravizada no trabalho junto ao homem, é humilhada e agredida em uma sociedade violenta, onde o respeito pelo próximo só diminui.

Enquanto uns, ao mesmo tempo que defendem uma suposta sociedade tradicional, desprezam as funções do lar e tratam a mulher como inferior, enfeite ou brinquedo, outros se colocam como defensores da libertação feminina, incitando, porém, a sua objetificação e, igualmente, desprezando o seu papel tradicional e suas funções naturais. Tudo não passa de facetas de um pensamento que trabalha pela manutenção do Sistema, seja com a exaltação das liberdades individuais, seja com a insistência em um conservadorismo raso e cego.

É preciso lutar pela valorização da mulher como trabalhadora, mãe, esposa, protetora do lar e também potencial guerreira. É preciso reconhecer a sua importância na constituição de uma família saudável e esclarecida, a base de uma Pátria forte. É preciso lembrar o seu papel na conquista de direitos dos trabalhadores, no desenvolvimento cultural e na defesa do país. Que o orgulho feminino seja celebrado e, novamente, orientado em direção à luta por uma Pátria soberana, composta por trabalhadores livres, saudáveis e esclarecidos, pois, de nada adianta tratar os sintomas e não se curar a doença.

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!

– Helena K. (NR-SP)

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Suas coisas foram projetadas para quebrar:

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Uma característica típica da época em que vivemos é a substituição da “qualidade” pela “quantidade” em todas as áreas da vida humana. Em nenhuma outra área isso fica mais evidente do que na “história da produção”, desde a época das manufaturas artesanais até hoje.

A imagem é clássica. A sua avó tem ou tinha uma geladeira que durou de 30 a 50 anos (ou mais!). A sua ou dos seus pais, após 10 anos de uso, não funciona. Isso se repete em vários outros tipos de produtos. Versões novas de softwares ou hardwares são projetadas para serem incompatíveis com aparelhos, computadores ou sistemas operacionais de gerações anteriores. Alguns cartuchos de impressora são projetados para falhar, mesmo com tinta suficiente. Até mesmo no âmbito escolar isso acontece, com periódicas atualizações desnecessárias de materiais didáticos.

Não é apenas que as coisas passaram a ser feitas para quebrarem ou para se tornarem obsoletas cada vez mais rápido. A manufatura artesanal é, simplesmente, melhor que a produção em massa, até a nível estético. Basta comparar os relógios de certas relojoarias antigas com esses pedaços genéricos de aço, “bastante funcionais”.

Não há como evitar isso, porém. A obsolescência programada é algo que é inato ao desenvolvimento histórico do capitalismo e ao tipo de perspectiva humana que o acompanha, guiada pelo amor ao lucro e pelo egoísmo. A obsolescência programada surge de um desejo por seguir aumentando os lucros de produção, mesmo que não se tenha algo de relevante a oferecer ao consumidor, que é quase sempre o caso, e que não haja aumento da demanda.

Aquilo que se convencionou chamar de “consumismo” surge aí, com um sistema totalitário de propaganda, às vezes apelando até à programação neurolinguística, projetado para convencer a todos da necessidade de trocar seu celular de apenas 1 ano de uso por uma versão quase idêntica a ele, que já poderia ter sido produzida ano passado, mas não o foi de propósito.

A sobreposição da quantidade à qualidade e o fanatismo pelo lucro a qualquer custo são indissociáveis do capitalismo. Para acabar com a obsolescência programada, portanto, é necessário extinguir o capitalismo e substituí-lo por um sistema no qual o bem comum seja posto acima do lucro, a beleza seja posta acima do “funcional” e a propaganda consumista deixe de existir, para que cada um consuma apenas o que precisar, quando precisar.

A obsolescência programada é mais uma maneira que a classe parasitária encontrou para nos roubar.

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“Problematização” é a pirraça da juventude burguesa:

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Não pode fazer piada. Não pode usar turbante. Tem lista de fantasias de Carnaval “proibidas”. Está na hora de banir certas marchinhas e músicas de ciranda. Cuidado com os apelidos. Tem palavras usadas no quotidiano, que em suas raízes etimológicas, há séculos atrás, significavam algo pejorativo, então não se deve usá-las.

Parece que o maior pecado em nossa época é fazer com que alguma outra pessoa se sinta levemente ofendida, constrangida ou magoada. Especificamente, se essa pessoa fizer parte de algum tipo de categoria humana aleatoriamente designada como “oprimida”.

Por isso, a palavra de ordem, dos programs da Globo às salas de DCE, é “problematizar”. Independentemente do que signifique em seu uso filosófico original (que já é duvidoso), “problematizar” é algo que pode ser resumido à atividade por excelência da juventude burguesa entediada e completamente desconectada da realidade.

O grau de desconexão é tamanho que essa busca incessante por “problematizar” a vida quotidiana e traçar linhas de oposição “opressor”/”oprimido” tiradas do nada como coelho de cartola de mágico, instaura o caos. De um pequenho punhado de militâncias específicas interessadas em resolver problemas reais, surge um número infinito de “militâncias” baseadas em causas imaginárias que, não raro, se opõem entre si.

Só a realidade é capaz de curar as pessoas que trilham esse caminho, porém. A vida é violenta. Tudo é, em alguma medida, ofensivo a alguém. Se sentir ofendido ou incomodado por coisas do quotidiano faz parte do que é viver em sociedade. Só se vive em sociedade fazendo o próprio ego retroceder, aceitando um certo grau de incômodo que é inato a ter que lidar com pessoas.

Veem o problema? O problema é uma incapacidade de viver em sociedade, porque estamos lidando com crianças grandes que foram isoladas do mundo real por suas famílias abastadas ao longo da maior parte de suas vidas.

Nesse sentido, a pós-modernidade e suas militâncias não passam da politização da pirraça.

Está na hora de, efetivamente, silenciar essas pseudo-militâncias e acabar com seus “espaços seguros”, até que elas desapareçam e abram caminho para a resolução dos problemas reais de nossa época.

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