Aos inimigos do povo em Brasília: A gilhotina!

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O dia de ontem foi uma cusparada na face de 90% dos brasileiros. Por mais que sempre tenhamos apontado para o descompasso entre vontade popular e democracia, isso nunca foi tão evidente e visível. Nesse sentido, a sociedade do espetáculo também tem o seu lado positivo.

A espetacularização da vergonha serviu para solidificar nas tripas das massas a sua já longeva impressão de que a classe política brasileira não possui redenção possível.

Quando até mesmo certas figuras nefastas da direita e da esquerda têm o bom senso de compreender o momento político e a necessidade, seja política ou higiênica, de investigar os crimes cometidos pela Junta Temer, mas estes seguem sendo minoria e a maioria impede uma necessária investigação, a natureza da estrutura política brasileira é desnudada diante de nós.

Os tipos que blindaram a Junta Temer constituem uma coletânea das figuras mais fisiologicamente caquéticas e rançosas do cenário político brasileiro. Vários deles, figuras centenárias que mal conseguem se locomover por conta própria. Parte considerável deles pertencentes a famílias que governam o país há quase 200 anos.

São os mesmos tipos que são os senhores oligarcas dos latifúndios, os verdadeiros barões do jogo do bicho e do tráfico internacional de drogas, as figuras ocultas das redes internacionais de prostituição e coisa bem pior.

Sob a égide de discursos falsamente “neutros” de “preocupação econômica” e “necessidade de reformas”, a classe política brasileira suava frio tentando fazer ainda o “controle de danos” do impeachment da ex-presidente Rousseff para estancar a “sangria”.

O interesse deles não é o bem-estar do Estado e da população, mas suas carreiras políticas, sua influência familiar e seus negócios milionários.

A partir de ontem, uma parte ainda maior dos brasileiros começa a sonhar com tribunais populares, justiçamentos públicos, forcas, fuzilamentos e guilhotinas. Mas teriam essas figuras ainda algum grau de conexão com o brasileiro para perceber isso?

Às vezes, os poderosos só compreendem a natureza dos seus crimes quando estão de joelhos em uma plataforma de madeira e as consequências deles já estão diante do próprio nariz.

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!

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