Sem Fronteiras, Sem Nações, Apenas Pessoas

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Entre todos os possíveis posicionamentos políticos e ideológicos que já surgiram no planeta, é difícil encontrar um que seja mais estúpido, infantil e inconsequente que o “humanitarismo global” dos que defendem um “mundo sem fronteiras”.

É uma mistura infanto-juvenil de anarquismo, pacifismo, humanismo e globalismo que mais parece um aglomerado de posicionamentos ilógicos cuja única finalidade é fazer o seu adepto se sentir bem consigo mesmo.

Há diversas fronteiras no mundo. Onde há diferença, há uma fronteira. As fronteiras nunca precisaram ser físicas. Quando você sai do seu país e vai para outro, você se depara com incontáveis fronteiras: linguística, cultural, religiosa, étnica, etc. Isso não torna essas fronteiras “artificiais”, nem as enfraquece.

Fronteiras sempre existiram, desde que surgiu a multiplicidade de agrupamentos humanos, fronteiras sempre existirão, enquanto houver multiplicidade de agrupamentos humanos. Fronteira é diferença, fronteira é diversidade, fronteira é pluralidade.

Este globalismo humanitarista dos que defendem um “mundo sem fronteiras” é na verdade um imperialismo multiculturalista dos que defendem um mundo sem diferenças.

E não se enganem, camaradas, um mundo sem diferenças entre os povos é um mundo nivelado, homogeneizado, tornado cinzento.

Alguns querem impôr este mundo por meio da guerra, outros querem impôr este mundo por meio da paz. Todos são apologistas do genocídio cultural, do holocausto étnico, do armageddom da diferença.

Há quem inclusive defende essas posições acreditando estar se opondo aos “poderosos”. Mas em que mundo estão essas pessoas? No século XIX? O principal impulso globalista, o principal impulso anti-fronteiras, hoje, vem exatamente dos “poderosos”!

Afinal, que megacorporação não quer mão-de-obra barata do Terceiro Mundo para reduzir seu custo de produção e ampliar sua margem de lucros ou ter maior capacidade de praticar dumping para falir outras empresas, especialmente as pequenas?

Quem não sabe que aniquilar fronteiras é a maneira mais simples de dissolver povos, fomentar guerras civis, criar antagonismos, sabotar movimentos sindicais e pró-trabalhadores?

De fato, há as fronteiras políticas que não são naturais ou que não correspondem à realidade fática dos povos, que foram impostas de cima para baixo. Mas quem é o louco que pensa, por exemplo, que anular as fronteiras nacionais dos países da África levaria à paz naquele continente. Mais provável ocorrerem incontáveis genocídios, enquanto todos lutam contra todos para abocanhar territórios e recursos.

Um mundo sem fronteiras não é uma utopia. E isso que é o pior. Ele é algo possível, porém nefasto. É o que desejam todos os inimigos da humanidade, especialmente de sua diversidade.

Atente! Onde você encontrar alguém defendendo um mundo sem fronteiras, seja quem for, eis um inimigo!

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!

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