Sobre as Eleições Norte-Americanas.

12795530_546960875481317_1653107720861803049_n

A Nova Resistência não acredita na democracia liberal. Consideramos a democracia liberal uma farsa, uma fraude, um jogo de cartas marcadas no qual são elites ocultas que selecionam um marionete para enganar as massas enquanto eles seguem governando o planeta por trás das sombras.

Porém, essas elites não são onipotentes. Esporadicamente, e com maior frequência em períodos de crise, acontecem falhas em sua matriz. Bugs em seu sistema permitem o surgimento de líderes que acabam fazendo exatamente o contrário do que essas elites queriam, de forma consciente ou não.

Por que se pronunciar sobre as eleições americanas quando somos brasileiros? Respondemos, é simples. Os EUA são a potência hegemônica unipolar de nosso planeta. Assim, mudanças importantes no comando daquele país sempre acabam tendo alguma influência sobre todos os rincões do planeta.

Assim sendo, é nosso dever dar nossa posição sobre a questão. Ela é informada fundamentalmente por nossa consciência antiliberal, perceptiva das falácias da democracia. Em geral, todos os candidatos potenciais são em alguma medida personagens pouco confiáveis ou até mesmo virulentamente nefastos.

A pior de todas é Hillary Clinton. Nós, em conjunto com nossos camaradas estrangeiros, somos unânimes em considerar que uma presidência de Hillary Clinton seria algo devastador para todos os continentes. Ela fala em bombardear o Irã, em bombardear a Síria, em exterminar palestinos, antagonizar ainda mais a Rússia, ela riu em público da morte de Gaddafi. Ela não é uma simples burguesa corrupta, ela é uma das poucas pessoas do planeta que é literalmente e claramente malignas.

Bernie Sanders, o campeão dos imbecis da esquerda liberal, é um judeu sionista que conseguiu popularidade por posar de opositor ao sistema financeiro e por ser amigo de “movimentos sociais” de pouca credibilidade. Mas seu histórico como senador e o de prestar apoio fanático para todas as decisões do governo americano de intervir em outros países, principalmente quando vem de governos democratas, como os de Clinton e Obama. Sanders votou pelo genocídio sérvio na Iugoslávia. Sanders votou pelas guerras de Obama. Sanders quer mais sanções para a Rússia e apoia o governo corrupto, ilegítimo e decadente de Kiev. Além de antagonizar de forma racista os trabalhadores brancos dos EUA para tentar angariar de forma oportunista os negros. Sanders é mais do mesmo. É o falso messias no qual a esquerda decidiu acreditar por pura burrice.

Ted Cruz, dos quais correm fortes e aparentemente bem fundados rumores de ser sodomita, é um cubano que odeia a própria pátria ancestral, um “gusano”. Odiador de suas raízes, ele quer que os EUA voltem a uma política de beligerância contra Cuba. Apoiou todas as guerras e intervenções americanas das últimas décadas. Ele defende que o governo dê generosas isenções de impostos…exclusivamente para as grandes corporações. Está ligado à indústria do petróleo e nega o consenso científico sobre as mudanças climáticas antropogênicas.

E então chegamos a Trump. Vamos falar primeiro do que há de negativo nele. Ele é mais um bilionário que fez sua fortuna explorando o trabalhador americano e burlando leis para se enriquecer. Algumas de suas empresas já faliram. Ele não tem experiência governamental. Ele tem histórico de ter utilizado mão-de-obra imigrante ilegal em obras de suas empresas.

Mas ele não faz parte do jogo. Ele é uma figura excêntrica, bizarra, aparentemente insana, que nunca fez parte do jogo político americano. Para além dos círculos puramente econômicos, ele não é parte de nenhum dos conclaves elitistas que governa os EUA. Tudo indica que ele não é, nem nunca foi convidado para as reuniões do Clube Bilderberg. Ele é uma incógnita para as elites capitalistas globais.

Ele desatou o caos na política americana. Há notícias de que o Partido Republicano pode entrar em colapso a qualquer momento. Ele está sendo virulentamente atacado pelos principais neocons americanos. Parte considerável dos democratas já decidiu que votaria nele se a disputa fosse entre ele e Clinton.

Vários líderes estrangeiros estão com medo de uma presidência dele. A mídia está com medo. Os judeus sionistas estão com medo. Então, ao invés de nos preocuparmos em ficar analisando as propostas e opiniões que seriam supostamente positivas de Donald Trump, nos limitamos a emitir um juízo sobre sua candidatura com base no seguinte: ele representa uma possibilidade de instabilizar e fraturar o jogo político americano, abalar as estruturas de poder das elites internacionais, atrapalhar os atuais projetos geopolíticos unipolares dos EUA e, fundamentalmente, abrir caminho para mudanças futuras ainda mais radicais nos EUA e no mundo.

Fundamentalmente por causa disso, a Nova Resistência afirma que não apoia a candidatura de Trump, mas que uma vitória sua seria bastante interessante, exatamente por causa do caos, confusão e da crise que isso geraria na política americana e nos círculos globalistas. Se, além disso, ele puder fazer algo de realmente construtivo e positivo, que seja.

No mais, MORTE À DEMOCRACIA LIBERAL!

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s