Greve Geral até a vitória do trabalhador!

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O inimigo segue avançando tentando atropelar o trabalhador brasileiro com o confisco de direitos e políticas de austeridade. A desculpa é de que tudo isso é fundamental para dar um fim à crise econômica que assola o Brasil, lançando milhões no desemprego, aumentando o número de desabrigados, aproximando inúmeras famílias da fome.

A realidade é que essas medidas não passam de parte do receituário da doutrina do choque, o capitalismo de desastre aplicado em épocas de crise, guerra ou catástrofe para alavancar de forma repentina e avassaladora os lucros da alta burguesia.

A desunião e apatia do trabalhador brasileiro tem, até então, permitido que o inimigo crescesse em ousadia, arrogância e desprezo. Eles se creem invencíveis. Eles acreditam ser capazes de espremer toda a mais-valia possível da carcaça do trabalhador, sem que ele mova um dedo e esboce a menor resistência.

Nós afirmamos que não!

Todos aqueles que tem os interesses do trabalhador e da pátria em consideração devem trabalhar para mobilizar as massas de trabalhadores na defesa de suas prerrogativas de classe.

Construir a greve geral é um passo fundamental, imprescindível para despertar no trabalhador a consciência de ser parte de uma guerra permanente entre a classe capitalista parasitária e a classe trabalhadora. Uma guerra que só poderá terminar ou com nossa vitória, quando o trabalhador assumir o controle da produção e extinguir o capitalismo, ou com nossa derrota, com a transformação definitiva do trabalhador em escravo de um verdadeira casta de parasitas.

Em 30 de Junho todos devem cerrar fileiras em defesa do trabalhador e do Brasil.

Rumo à Greve Geral!
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LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!

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O neopentecostalismo é o salafismo brasileiro:

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Se não disséssemos que as imagens da foto de nossa postagem foram tiradas no Brasil seria razoável imaginar que imagens desse tipo viriam das áreas na Síria, no Iraque, na Líbia ou alguns outros países sob controle do ISIS e organizações similares, todas adeptas da seita salafista.

Infelizmente essas imagens são daqui. Uma ameaça vem crescendo silenciosamente ao longo das últimas duas décadas, principalmente nas periferias dos grandes centros urbanos.

Sob os auspícios dessa expansão igrejas são invadidas e vandalizadas. O mesmo ocorrendo com terreiros de candomblé e umbanda. Em algumas favelas, padres já foram impedidos de celebrar missas e até de entrar em suas paróquias, mães e pais de santo já foram expulsos sob ameaça de morte. A maioria das outras religiões ainda não passou por essas situações apenas por serem mais discretas ou menos populares.

Mas essa ameaça tem nome. Ela não é algo genérico e abstrato como “intolerância religiosa”, “fundamentalismo” ou “fanatismo”. Tal como no caso do terrorismo, em que é necessário apontar e especificar de forma precisa a autoria dos fatos, aqui, diante desses casos de vandalismo, perseguição, ameaça, destruição e mesmo de aniquilação cultural é necessário fazer o mesmo.

Essa ameaça é o crescimento do neopentecostalismo e todas as suas miríades de seitas no Brasil. Trata-se de uma expansão que vem no esteio de dois vácuos: 1) O vácuo político-econômico de um Estado ausente que não se faz presente nas periferias e abandona uma população ao desespero da miséria e da indigência; 2) O vácuo religioso de uma Igreja que não parece mais capaz de dar conta de cuidar de seus fieis e começa a perdê-los de forma crescente e inexorável.

No desespero da indigência o homem buscará se apegar a qualquer um que estenda a mão dizendo que quer tirá-lo do abismo. E aí entram os oportunistas que estão na vanguarda dessa expansão neopentecostal. Homens que prometem não só um paraíso no céu, mas dinheiro, carro, casa, roupas novas para todos que depositem fé e dinheiro no “pastor”.

Se essa fosse tão somente uma questão teológica e religiosa, ou um fenômeno social apenas, já seria algo grave. O neopentecostalismo é, fundamentalmente, a versão cristã do salafismo/wahhabismo.

Já há materiais sobre isso em outros lugares, por isso não nos alongaremos, mas ambos se fundamentam, essencialmente, na rejeição da Tradição, da contemplação e da reflexão filosófica. O “livro sagrado” é transformado, ele próprio, em um ídolo, um fetiche. Tudo o mais é rejeitado como idolatria.

Sem o apoio em uma longa tradição exegética, a interpretação “correta” do texto fica a cargo do “chefe religioso” local, que mistura literalismo com subjetivismo, tudo sob a lente da total ignorância e falta de erudição teológica. Não surpreendentemente, há muitos “pastores” neopentecostais semianalfabetos, tal como há muitos imames salafistas e wahhabis semianalfabetos ou analfabetos “educando” fieis.

Mas não é só isso. O neopentecostalismo vem acompanhado, também, de um apoio irrestrito e inegociável a Israel e ao sionismo, bem como aos EUA e seus projetos geopolíticos. O neopentecostalismo vem acompanhado de uma forte tendência econômica liberal, e mesmo anarcocapitalista, como vemos entre os “teonomistas”.

Em suma, estamos diante de uma receita explosiva. Essa é uma expansão cujas consequências serão nefastas para as várias religiões que aqui coexistem. Para a soberania brasileira, para o bem-estar do povo brasileiro e mesmo para a sobrevivência de nosso Estado.

O silêncio em relação a essa ameaça deve cessar.

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!

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Suassuna vive!

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No mês em que os portugueses celebram o Dia da Raça e em que as ruas do Brasil, por ocasião dos festejos juninos e do Solstício de Inverno, recordam que um dia foram campo, Ariano Suassuna completaria 90 anos.

Do ponto de vista ideológico, Ariano se definia como socialista, mas antipatizava com o marxismo, que ele reputava uma perversão do socialismo. O modelo de socialismo mais próximo do que ele professava seria o prefigurado na comunidade orgânica conduzida por Antônio Conselheiro, que tentou instaurar um tipo de socialismo partindo de baixo para cima, não impingido de cima para baixo. Ele era infalivelmente um comunitarista.

Identitários e tradicionalistas também têm motivos para admirá-lo. Desempenhando o papel de “antena da raça” de que falava Ezra Pound, o vate paraibano alumiou o caráter arcaico das tradições do seu povo, sua herança luso-galaica, inconscientemente castreja e celta, que medrou a quimera sebastianista (síntese entre o mito arturiano e o joaquinismo) por entre as planícies e montes desolados do Sertão.

Há um ano, ele repousa no Reino-sagrado entre seus pares reis, poetas, guerreiros e santos, como Viriato, D. Dinis (o Rei Trovador e Rei Lavrador), D. Sebastião, Nun’Álvares Pereira, Antônio Vieira e Antônio Conselheiro.

Celebremos, pois, sua gloriosa memória e mantenhamos aceso o archote alumiador do seu pensamento!

Suassuna Vive!

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Pacifismo é um veneno!

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Diante de toda tragédia, crise, monstruosidade ou opressão real sempre aparecem aqueles que querem responder ao problema com uma “passeata pela paz”, com um “vamos dar as mãos”, com cantorias insossas e músicas letárgicas.

Diante de violência, real ou simbólica, pessoal ou coletiva, um grande número de pessoas, principalmente as influentes, querem que tudo se resolva no diálogo, no protesto que se dê dentro dos limites estabelecidos, na reprodução de discursos exclusivamente simbólicos e absolutamente pacíficos.

Mas o pacifismo nunca vai dar fim à maioria dos inimigos. Na maioria dos casos em que se deseja levantar a bandeira do pacifismo o que acontece é que uma multidão de burgueses iludidos está simplesmente jogando com a vida alheia para aliviar a própria “consciência culpada” e poder seguir em frente com a falsa impressão de estar fazendo a diferença.

No Donbass, onde a Junta de Kiev começou a perseguir, reprimir e matar a minoria russa do próprio país, a população pegou em armas (inspirada e liderada, inclusive, por personagens que partilham de nossos ideais) para se defender e conquistar a própria liberdade. E nós mesmos demos nossa contribuição, lá e aqui, a ponto de nossa organização ser acusada de “terrorista” na Ucrânia e passar em programas de TV sensacionalistas. A violência ali, impediu uma limpeza étnica.

O ISIS, Al-Qaeda e semelhantes, na Síria, no Iraque e ao redor do mundo não serão derrotados por pedidos de paz, cirandas, abraços, recitais, teatro ou passeatas. É a guerra, a violência armada que poderá dar fim às pretensões do ISIS e seus semelhantes.

No Iêmen, os houthis e nacionalistas iemenitas resistem à invasão saudita. A população é massacrada. O país está em chamas. Crianças já estão morrendo de fome. Que paz poderia ser estabelecida com um inimigo tão diabólico e genocida? Somente a paz das armas, a paz da vitória militar.

Mas isso não se resume a regiões de conflito. Também envolve toda a violência intrínseca ao modo capitalista de produção, predominante em quase todos os países do mundo de nossa época. Um sistema que mata de fome é violento. Um sistema que transforma trabalhadores em sem-teto e mendigos é violento. E um sistema desses dificilmente poderá ser transformado sem alguma dose de força aplicada contra os inimigos.

Porque os Estados capitalistas são todos eles governados por uma elite parasitária que vive e prospera a partir da nossa ruína. Eles não vão entregar seus privilégios por bem.

Por isso, sim, vamos procurar resolver os problemas conjunturais e estruturais das melhores maneiras possíveis, com o mínimo de sofrimento possível. Certamente. Sem nunca recorrer à violência de forma injustificada ou desnecessária. Mas sem incorporar o discurso pacifista como ideologia. Porque essa ideologia do pacifismo corroi, imobiliza, paralisa.

Quem quer liberdade, justiça e revolução tem que estar disposto a lutar por isso.

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A privatização dos presídios não vai funcionar:

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Parte do povo brasileiro, em seu intenso vira-latismo, adora olhar para outros países para copiar “tendências” estrangeiras. Excetuando a questão da necessidade de olhar sempre para a a conjuntura e para as especificidades nacionais na hora de querer aplicar qualquer política pública ou ideia vista no exterior, há uma coisa que é ainda mais problemática nisso.

Essa parte vira-lata da população está sempre insistindo em implementar aqui projetos gringos…que já deram errado! Já falamos sobre legalização de drogas nesse sentido, já falamos sobre austeridade econômica nesse sentido, mas outro discurso que sempre volta e se faz presente é o da “privatização dos presídios”.

“Os presídios brasileiros não prestam”. “São fábricas de bandidos”. “Vejam só, esses presídios aí são todos públicos”. “O jeito é privatizar”.

Tudo bem que liberais raramente argumentam a partir de observações empíricas da realidade, mas esse discurso é vexaminoso de tão pueril e contrafactual.

Em geral, a impressão verdadeira que existe do sistema prisional brasileiro deriva, tal como ocorre com outros serviços públicos, de um longo processo de sucateamento intencional cuja finalidade é justificar aos olhos da opinião pública as ondas de privatização.

Inicialmente, podemos já dizer que já há experimentações com privatismo no sistema prisional brasileiro. Seja com presídio privado ou, mais comumente, com terceirizações de serviços no sistema prisional, além de PPPs presidiárias.

Mas nada disso mostrou qualquer diferença no que concerne a possibilidade de rebeliões e fugas. Na crise de rebeliões em presídios no início do ano, por exemplo, o presídio de Manaus afetado pela onda era terceirizado. Em todas esses presídios terceirizados ou sob regime de PPP há facções, tal como nos presídios públicos. Essas prisões não são mais seguras, em suma.

A questão da vantagem no custo também é bastante duvidosa. Aparentemente, o custo para o Estado com a privatização de um presídio cairia em 10-15%. O problema é a contrapartida.

Se você transforma um presídio público em um presídio privado, o presídio vira uma empresa privada. Se o presídio vira uma empresa privada, sua finalidade passa ser a de maximizar seus lucros. Ora, como um presídio maximiza lucros? Aumentando o número de presos!

O lucro dessas empresas prisionais vem de valores pagos pelo Estado “por cabeça”. Há, porém, também o lucro derivado do trabalho do preso. Ou seja, da extração da mais-valia, de algo que é praticamente um trabalho escravo reinstituído. E o valor desse trabalho também é pago pelo Estado, como se tratasse de uma terceirização de serviços. Nos EUA, naturalmente, é ainda pior.

Novamente, “e daí?”. E daí é que todo setor econômico, conforme cresce, passa a ser representado politicamente por um lobby. A função de um lobby é a de tentar forçar o Estado a beneficiar e priorizar cada vez mais esse setor da economia, promulgando leis que lhe sejam favoráveis, etc. E o lobby no sistema prisional atua exatamente para tentar aumentar o número de presidiários no país.

Como? Ampliando o número de leis draconianas que levam à prisão pelas menores infrações. Já houve caso de prisões por produção de leite orgânico, e até prisões por plantar comida no próprio quintal. Essa é a “terra da liberdade”. Isso não é qualquer tipo de “maldade” específica. É tão somente as empresas agindo segundo seu interesse particular, “dentro das regras do mercado”.

Para ampliar lucros, por exemplo, prisões privadas costumam “cortar custos”. E cortar custos em prisões privadas é reduzir número de funcionários, aumentar número de presos por cela, reduzir o nível de treinamento dos agentes prisionais, etc.

Nos EUA, já ficou comprovado que no final das contas as prisões privadas não são econômicas, também sofrem com superlotação, passam por rebeliões, etc e, por isso, estão começando a ser reestatizadas.

Ou seja, é o tipo de “inovação” que querem implementar aqui mas que já podemos adiantar: NÃO VAI FUNCIONAR! E pior, vai recrudescer o poder punitivo de um Estado que não dá a mínima para o bem-estar da população. Ao contrário, que vai querer é, simplesmente, lotar presídios com inocentes para maximizar os lucros dos financiadores de suas campanhas.

Sem privatizações por aqui! Muito menos de presídios!

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O indivíduo é uma criação burguesa:

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Sempre pontuamos e sempre pontuaremos: Não há indivíduos no mundo. Nunca houve e nunca poderá haver qualquer indivíduo no mundo. Por mais que uma afirmação categórica e absoluta dessas possa espantar essa é uma verdade insofismável sustentada ao longo de milênios por povos de todos os continentes, raças e religiões e confirmada pelas reflexões de vários filósofos dos séculos recentes que questionaram as bases da modernidade e do liberalismo.

O “indivíduo” emerge na história intelectual com a mistificação artificial cartesiana da separação entre sujeito e objeto. Há um sujeito que pensa. Esse sujeito pensa objetos que estão separados de si. E ele pensa a si mesmo, também, como objeto. Pura abstração.

O “indivíduo” se consagrou no Iluminismo burguês como a figura do cidadão abstrato e indiferenciado, de conteúdo universal, igual a todos os outros cidadãos. Esse “indivíduo” surge especificamente das aspirações e temores de uma burguesia ascendente ávida por abocanhar os benefícios econômicos de setores que antes eram prerrogativas existenciais dos não-burgueses.

Esse “indivíduo” não tem raça, não tem religião, não tem sexo, não tem etnia, não tem cultura, não tem língua, não tem história. Em suma, ele é um construto a-histórico, de pretensões universais e que é, por definição, uma mentira.

Todo homem já nasce enredado por uma quantidade imensa de condicionamentos que precedem sua própria existência. O Mundo já está posto e dado quando o homem emerge nele. E o homem emerge nesse Mundo sem nunca poder se dissociar dele.

Todo homem já nasce em uma raça ou uma mistura de raças, todo homem já nasce tendo sexo (caso seja fisicamente perfeito), todo homem emerge em uma família que o socializará em uma língua, uma cultura, uma história, uma religião. E sem isso ele simplesmente não existe de forma autêntica, não é completo.

Por isso, não pode haver “contrato social” e a própria narrativa contratualista não passa de uma piada. Todo homem já nasceu dentro de uma estrutura social. Poderíamos voltar até mesmo antes de haver o homo sapiens sapiens e já veríamos o homem socialmente organizado. Não há, nunca houve, nem nunca poderia haver a situação pré-social.

Mesmo os “fundadores de Estado”, os “pais de civilizações” eram, eles próprios, fruto de outros Estados e civilizações. O Estado brasileiro, por exemplo, foi fundado não por indivíduos, mas por personagens que foram fruto do Estado português.

É por isso que o liberalismo e TODOS os seus derivados filosóficos, políticos, econômicos (clássico, anarcocapitalismo, libertarianismo, etc.) sempre estarão equivocados e sempre levarão qualquer civilização ou sociedade, de forma inevitável, à autodestruição.

Pode-se argumentar minúcias, pode-se debater os supostos benefícios de uma maior ou menor “liberdade de mercado” (outro mito), mas sempre nos depararemos com o fato de que a própria base filosófica do pensamento liberal, o indivíduo, não passa de uma ilusão, um artifício, uma abstração, uma quimera.

E em defesa da civilização brasileira que desejamos construir essa ilusão deve ser combatida, a farsa liberal precisa ser desmascarada. Precisaremos lançar a luz da realidade sobre a escuridão das mentiras liberais e burguesas.

Hoje, tanto a direita quanto a esquerda se mobilizam em defesa das “liberdades individuais”, quanto mais “liberdade individual” melhor. O “indivíduo” deve poder fazer tudo que lhe dê na telha, desde que não viole “os direitos” de terceiros. Essa é a maior armadilha intelectual da pós-modernidade.

Ao indivíduo deveremos opôr a pessoa: fruto de todas as necessidades e condicionamentos férreos que independem do frágil querer humano, fruto de inúmeras pré-determinações biológicas, psicológicas, sociais, culturais, espirituais, que formam a base incontornável de seu desenvolvimento histórico posterior. O homem no mundo. O homem cercado pelo mundo. O homem cercado pelos outros. Porque nunca houve homem sem mundo ou homem sem os outros.

O indivíduo precisa ser extinto e, quiçá, até o termo deva ser banido de todos os dicionários. E ESSE é o ponto de partida para ser REALMENTE contra o liberalismo e o pensamento liberal em sua essência.

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A Síria socialista vencerá!

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A cada dia a vitória se aproxima. Rua após rua, bairro após bairro, cidade após cidade o povo sírio vem recuperando a soberania sobre seu país e libertando seu povo, parte do qual tem estado há anos sob o domínio da escória salafista e wahhabi.

Com sangue, suor e lágrimas, o povo sírio tem demonstrado possuir uma natureza férrea. Mais de 6 anos de luta, e a vontade de vitória do povo sírio permanece inquebrantável. As massas populares da Síria permanecem absolutamente unificadas e mobilizadas por trás da heroica liderança do Presidente Assad.

O imperialismo tem lançado contra a Síria hordas mercenárias vindas dos cinco continentes, bombardeios ilegais, ataques terroristas e mesmo lançam mão de armas proibidas, como o fósforo branco.

E o povo sírio segue resistindo.

No último mês as vitórias têm se acumulado em rápida sucessão. Com o apoio do Hezbollah, das milícias social-nacionalistas, de milícias xiitas iraquianas e de vários outros grupos a Síria socialista recuperou 20 mil quilômetros quadrados, avançou para a fronteira com a Jordânia, recuperou o controle sobre boa parte da fronteira com o Iraque, reabriu a importante rodovia Damasco-Palmira e se prepara agora para romper o cerco de 3 anos do ISIS à cidade de Deir Ezzor.

A Síria livre, sob os auspícios do socialismo ba’ath, guiada pelo Presidente Assad, voltará a brilhar no Oriente Médio como exemplo de desenvolvimento, soberania, fraternidade e resistência ao imperialismo.

A vitória final se aproxima. E ontem, hoje e sempre, a Nova Resistência está com a Síria e Assad.

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!

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