Brasília é nossa Bastilha:

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O que são uns vidros quebrados e alguns prédios queimados frente á violência sistêmica praticada contra nós pela classe político-corporativa?

Ontem, Brasília, a nossa Bastilha, esteve em chamas. E hoje voltamos a afirmar: quebraram foi pouco. Bom seria se os próprios parlamentares, representantes institucionais do Capital parasitário e do caldeirão da corrupção, sentissem na carne o vigor jovial da violência popular. Haveria choro da mídia, haveria ranger de dentes entre a direita reacionária. Mas o Povo, mesmo que muito parcialmente, estaria sendo vingado. No entanto, já é de bom tamanho que tenham sentido um doloroso frio na espinha com o turbilhão de destruição bem no meio de seu quintal.

E eis que surge um horizonte de ação. As reformas/medidas anti-Povo e anti-Pátria da cleptocracia #Temer passam no Congresso com facilidade. A Rede Globo apóia. Os governos estaduais também. Os empresários nem se fala. Os banqueiros vão ao êxtase. A população trabalhadora, por outro lado, a ponto de ser escravizada, segue com a corda no pescoço. E então fica claro que a única maneira de responder a uma tal violência unilateral é através da mobilização de massas em longo prazo e, inevitavelmente, através do recurso da justa violência, aquela violência justa, salvífica e legítima, lançada mão pelo Povo contra um estado permanente e prolongado de tirania.

É colocar os políticos e seus sequazes contra a parede diariamente! É impedir votações! É barrar as reformas anti-Povo!

Brasília, este território artificial, deve ser queimado. Todo e qualquer processo revolucionário deve começar por ali. Ali é ondem residem uma parcela gigante do principais inimigos da nossa Pátria.

Não sejamos vacilantes.

“A verdadeira violência demonstra, no primeiro plano, o orgulho do homem livre” (Georges Sorel).

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!

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O anarquismo moderno é um refúgio de crianças mimadas:

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Aconteceu na Itália, mas os tipos humanos em questão são os mesmos em qualquer parte do mundo. O esgoto da juventude burguesa. A camada mais baixa da lumpemburguesia, composta pelos filhos de uma sociedade que teve seus laços sociais dissolvidos pela avalanche do capitalismo e do progressismo moral.

Querendo se rebelar, mas sem saber bem contra quem e em favor do que, os anarquistas modernos quase sempre não passam de linha auxiliar das forças imperialistas e globalistas. Não são poucos que apoiam as milícias curdas no conflito sírio, as mesmas que são financiadas e armadas por EUA e Israel com o fim de desintegrar Síria e Iraque. Não são poucos os que assumem uma postura de “isentão” em relação ao conflito ucraniano ou frente a várias outras questões geopolíticas fundamentais.

No plano interno, podem ter certeza, onde quer que a mídia de massas construa um espantalho essa lumpemburguesia infantojuvenil estará lá para servir como tropa de choque contra “fascistas” imaginários, sempre ávidos por defender o status quo e por se opôr a qualquer outra alternativa ao totalitarismo liberal pós-moderno de nossa era.

Enquanto no século XIX e início do XX os que se diziam anarquistas primavam por possuir elevado espírito combativo, razoável erudição e integração e participação na vida dos trabalhadores (ainda que não possuíssem as melhores soluções para os seus problemas), principalmente através do sindicalismo revolucionário, os anarquistas de nossa era são só individualistas que colocam os próprios gostos e fetiches acima da coletividade.

Em suma, este tipo é o esgoto de nossa era. E como não poderia deixar de ser, eles sujam tudo em que põem as mãos.

O anarquismo é mais uma múmia ideológica do passado. Por mais que seus autores clássicos devam ser estudados e por mais que se possa aprender com eles, seus representantes contemporâneos não passam de paródias. É necessário enterrar de vez este circo.

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!

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A cracolândia é uma prova da decadência de nossa civilização:

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Há muitos sintomas sociais que mostram o quanto nossa sociedade tem decaído, se degradado, se desintegrado. O abismo social se amplia mais e mais, pessoas são reduzidas a condições existenciais animalescas, enquanto uns outros poucos vivem com mais pompa e opulência do que qualquer rei do passado.

A Cracolândia é um dos sinais mais evidentes disso. Tão evidente que a visão de cenas da Cracolândia chega a ser ofensiva. O que é visto esporadicamente ou de forma distribuída em todo grande centro urbano de nosso país, está ali, concentrado, acumulado em minúsculo espaço da cidade de São Paulo.

E há muitos anos as coisas são assim. Governos vem e vão. Mas a Cracolândia segue ali. Como de costume nos regimes democráticos burgueses tudo que importa é “fazer bonito” para acumular “pontos” propagandísticos que permitam vencer as próximas eleições. Assim, para que tentar solucionar o problema da Cracolândia?

Doria é só mais um querendo pontos “eleitorais”. Expulsar os habitantes da Cracolândia (que foi o que foi feito) só espalhará pela cidade o que, antes, estava concentrado em um ponto. Fica óbvio que falta um pensamento de longo prazo, um projeto real por trás disso.

Todos sabem da ligação, não só em São Paulo, entre o vício em crack e a criminalidade urbana. No Rio de Janeiro cracudos vagam como zumbis realizando furtos e roubos, não raro armados com facas. É por isso que essa atitude de “showman” de Doria, espalhando os cracudos pela cidade, se bobear, pode até aumentar o número de áreas de risco na cidade de São Paulo.

O que nos leva ao outro fator. Às vezes parece brincadeira, mas existe uma esquerda que ROMANTIZA o vício em crack. Que vem com slogans como “somos todos usuários”, “Cracolândia resiste”, como se a Cracolândia não fosse uma vergonha nacional, como se fosse apenas mais uma “comunidade”, como se o cracudo não tivesse sido transformado em um zumbi pelo vício. Não é muito diferente da ideologia “pobrista” que leva essa esquerda a romantizar as favelas.

Essa esquerda é mais improvável de dar solução real ao problema da Cracolândia que até a burrice do Doria. Essa é aquela esquerda dos “brancos de dread”, que adoram fumar um baseado e, privilegiados que são, sentem aquele sentimento de culpa burguês que os leva a precisar de um “eterno coitado” em cima do qual ela possa despejar todo seu pseudo-humanitarismo.

A Cracolândia não é apenas uma tragédia para quem está lá. Ela também é um risco de segurança para a sociedade como um todo. É verdade que pessoas são levadas à indigência e ao vício pelo abismo social que se amplia cada vez mais, mas elas também são levadas por escolhas pessoais.

As coisas não são preto-no-branco. Não há dualismo ou binarismo possível nessa situação. O risco que o cracudo cria para si e para os outros cidadãos demanda uma intervenção FIRME do Estado, mesmo que isso leve a um choque com as “liberdades individuais”. Afinal, estes e outros problemas só existem porque o Estado brasileiro cisma em se apequenar e em se recusar a assumir suas responsabilidades.

A Cracolândia deve acabar. Mas de verdade, dando fim às causas de sua existência. Não com essa maquiagem porca para fins propagandísticos do Doria.

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!

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Só é possível libertar o Brasil fechando a Rede Globo:

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A Rede Globo é a vanguarda de tudo que não presta no Brasil. Em todas as esferas possíveis. Em todos os níveis elencáveis. É assim atualmente, foi assim em seu início, quando apoiou abertamente ao golpe militar anti-patriótico de 64.

Absolutamente alinhada aos interesses do imperialismo e ao lobby sionista internacional, seu trabalho consiste em tão somente regurgitar falsidades e vieses informacionais 24 horas por dia – em seus jornais impressos, digitais e televisivos, em seus editoriais, em seus programas de televisão, em suas novelas e produções culturais. E como ela configura o maior MONOPÓLIO DE MÍDIA do Brasil, seu poder de penetração nos lares brasileiros é enorme.

Hoje, com o empresariado e os banqueiros começando a rechaçar aos poucos o nome de Michel #Temer, a Globo já começa dar seu apoio sutil às eleições indiretas, para que o Congresso Nacional, abarrotado de inimigos do Povo e da Pátria, eleja um nome ainda mais tóxico, mais nocivo, preparado para precipitar o país em níveis ainda maiores de subdesenvolvimento e de sucateamento.

Impossível falar em soberania nacional tendo este verdadeiro verme hospedeiro no seio de nossa Pátria – pisando em nossos valores, nos conduzindo para o abismo.

Qualquer projeto de poder socialista, patriótico, nacionalista e popular, que não preveja em seu programa a necessidade imediata de fechar completamente as portas da Rede Globo, está fadado a ser derrubado por ela no futuro.

Nossa oposição à Globo tem que ser total. Se ela, cinicamente, apoia às eleições indiretas, nosso dever, como patriotas, é clamar por Eleições Gerais #DiretasJá! Se ela semeia ventos, que o Povo a faça colher tempestade!

PELO FECHAMENTO DA REDE GLOBO!

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Corrupção é ruim, mas não é principal problema do Brasil:

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Do jeito que a mídia fala tudo que há de ruim no Brasil é culpa da corrupção. O país não se desenvolve por causa da corrupção, não se industrializa por causa da corrupção, a saúde e a educação vão mal por causa da corrupção, e assim entende o senso comum do brasileiro.

Realmente, a corrupção é extremamente danosa. Mas não é ela a origem dos problemas estruturais brasileiros, ela não está por trás dos nossos problemas e ela nem é o problema mais importante que temos a resolver. Há coisas muito maiores e piores que atrapalham o nosso desenvolvimento.

A escravidão dos juros da dívida, a doença holandesa, nossa sujeição vergonhosa à divisão internacional do trabalho, a configuração semifeudal da nossa estrutura fundiária, o poder desproporcional que nossa mídia de massa tem sobre política, economia e cultura, o desequilíbrio de nosso sistema tributário. Tudo isso é pior e causa mais danos que a corrupção.

Esse foco da mídia, quase exclusivo, na corrupção deve ser visto com suspeitas. De que nos adiantaria um candidato “limpo” que não só não quisesse resolver os problemas estruturais brasileiros, mas estivesse disposto a agravá-los?

Há personagens políticos “incorruptíveis” que têm maior poder de destruir um país do que os maiores corruptos. Aliás, nada mais seria do agrado para a classe rentista do que figuras “gestoras”, “de alta probidade moral” que fossem capazes de emplacar as reformas que pretendem afundar o país, sem qualquer escândalo ou um único centavo fora da contabilidade.

Nós devemos ficar atentos. Observem toda a gana que a Rede Globo está de derrubar a atual Junta governista. Não é porque a Globo é “do bem” e isso tampouco significa, ao contrário, que Temer não deva cair.

O que o Brasil precisa é de um autêntico projeto civilizatório, guiado por um grande homem, capaz de liderar as massas rumo aos grandes feitos. E não um “zé gestor”, e muito menos alguém cuja única virtude seja o de “veja bem, pelo menos não sou corrupto”

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!

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O pior ainda está por vir!

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Nós avisamos, não avisamos? Não durou um ano a Junta Temer, sem afundar em buracos ainda mais profundos que o governo petista que o precedeu. Isso era inevitável. Retiraram um governo incompetente e covarde para colocar no lugar o maior conjunto de corruptos, oportunistas e cafetões que já se viu de uma só vez no Palácio do Planalto.

Nesse meio tempo, o Brasil seguiu afundando e deslizando para o abismo. Com tudo sendo vendido por mixaria às pressas. A inflação cai um tiquinho porque o desemprego dispara e a renda diminui. Quando postos de trabalho são criados, eles são criados na faixa do salário mínimo, porque o nível de industrialização do Brasil retornou ao início do século XX. Quem não notou que o número de desabrigados e mendigos aumentou?

As forças motrizes por trás da conspiração que levou Temer ao poder, porém, nunca estão satisfeitas. Seu centro de operações, lembrem-se, nem mesmo está no Brasil. Quase todo o capital de empresas como a JBS é americano. Essas forças ao longo de todo esse tempo demonstraram querer mais privatizações, mais reformas, mais cortes e cada vez mais rápido. Segundo eles, o Temer tinha que “aproveitar sua impopularidade” para aplicar cada vez mais a doutrina do choque neoliberal.

Mas a Junta Temer não segurou a barra, naturalmente. Apesar de toda a pompa superficial expressa em um linguajar rebuscado típico de parvenus ressentidos, a turba governante não passa de rufiões de beira de estrada, gângsteres políticos, especialistas na extorsão, na lavagem de dinheiro e em mil outros crimes.

Tudo isso, eventualmente, acabaria estourando. É aí que as forças motrizes do neoliberalismo brasileiro ficam ainda mais insatisfeitas e incomodadas. Até porque o governo começou a titubear e fraquejar por causa da pressão popular. Chegou-se a hipotetizar até mesmo a taxação de dividendos!

É claro, banqueiros e rentistas jamais poderiam admitir isso. Temer cumpriu sua função. A conspiração capitaneada por ele para derrubar o (des)governo petista atingiu o objetivo primário de sua missão. Ele já não é mais necessário para a burguesia apátrida.

Caso as coisas sigam seu curso natural e este “governo” não consiga articular o abafamento da situação para permanecer no poder… Sai o testa-de-ferro. Talvez ele renuncie. Mais rápido e tranquilo do que um novo processo de impeachment. O que acontece agora? É aí que vem o problema.

Fala-se muita coisa. Pela nossa péssima e decadente Constituição deve-se realizar eleições indiretas. Sim, o mesmo Congresso da conspiração do impeachment, o mesmo Congresso das reformas trabalhista e da previdência, estes que votarão. E se este for o caso vocês podem esperar alguém pior que Temer. Alguns já jogam no ar até o nefasto nome do FHC.

Não são poucos que querem que as eleições de 2018 sejam adiadas, por medo de não dar tempo de completar a aplicação da doutrina do choque neoliberal.

O que é necessário fazer agora, porém, é recrudescer a desobediência civil e a resistência popular. É necessário insistir na Greve Geral. Não em uma Greve Geral de um dia, mas em um estado permanente de guerra ao governo, expresso por meio de uma Greve Geral sem prazo para término. É necessário reunir todas as forças de oposição ao governo ao redor da demanda por ELEIÇÕES GERAIS.

Nem mesmo eleições diretas, mas ELEIÇÕES GERAIS. Porque mesmo se trocarmos de Presidente não adianta permanecer com este mesmo Congresso. E falamos isso não porque eleições sejam capazes de solucionar nossos problemas. Não acreditamos na democracia burguesa e nem no poder do voto. Mas porque é necessário disciplinar o trabalhador brasileiro para que ele aprenda a se mobilizar em defesa de pautas concretas e singulares e aprendam a identificar seus inimigos.

À maré negra que vem por aí é necessário resistir pela mobilização dos trabalhadores brasileiros para uma guerra aos inimigos nacionais.

Greve Geral!
Eleições Gerais!

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!

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A família éa coletividade fundamental e deve ser a base econômica do Estado:

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A menor célula social não é o indivíduo, como dizem os liberais. O indivíduo não passa de uma ilusão burguesa. A menor célula social é a família, a mais fundamental das coletividades, a base primeira da sociedade e do Estado.

Não nos referimos, porém, a essa outra ilusão burguesa que é a família ao estilo vitoriano, exaltada como “tradicional”, mas quase tão moderna quanto os pseudo-arranjos sentimentais categorizados como “família” pelo pensamento jurídico e social politicamente correto de nossa era.

Nos referimos à família enquanto teia de homens e mulheres, envolvendo várias gerações e ramos colaterais, de teor similar aos antigos “clãs” e bem familiar às pessoas latino-americanas, acostumadas a morar nos mesmos terrenos que seus pais e avós, a serem vizinhos de seus primos e tios.

Essa família foi destruída, aniquilada, pelo capitalismo onde quer que o capitalismo tenha se encrustado e se desenvolvido até a fase pós-moderna na qual ele se encontra hoje. A família foi desintegrada em núcleos subjetivistas de indivíduos, chamadas “famílias nucleares”. Depois, forçada a ter todos os seus membros escravizados no mercado de trabalho. Então, relativizada ao ponto de não ter conteúdo fixo algum.

Tudo isso não só enfraqueceu os laços familiares existentes e precarizou a perpetuação das famílias, como dificultou sobremaneira a constituição de novas famílias. O senso generalizado de alienação, de isolamento e desespero, a total falta de perspectivas e a decadência da juventude é uma das consequências inevitáveis.

Os que se opõem ao capitalismo e às famílias são esquizofrênicos. A família, enquanto coletividade basilar, é a primeira escola de solidariedade e abnegação do homem, caso bem estruturada.

No âmbito econômico, ademais, ao se desejar extinguir o capitalismo e dar um fim à alienação do trabalhador em relação ao fruto de seu trabalho não haveria solução mais fácil do que se apoiar fundamentalmente na família enquanto organização econômica.

Para o Brasil, um país com um % grande de pequenas empresas e pequenas propriedades rurais, isso é fundamental. É essencial que o Estado cuide de reorganizar a vida econômica do país tendo como base as famílias e suas propriedades (não mais meramente individuais) em cooperativas autônomas, sustentada na solidariedade e com todo apoio e suporte do Estado.

Não é possível extinguir o capitalismo sem devolver a família ao lugar central que lhe é direito.

Não é possível salvaguardar a família enquanto instituição social sem extinguir o capitalismo.

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!

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